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Pedro
Costa, 18 anos originário de Chelas mais
conhecido por McTropas lançou o seu primeiro
Som, Entre (tanto), em 2005.
Na altura o Hip-Hop português não era ainda o
fenómeno que hoje já começa a ser, sendo
portanto natural que o Som de McTropas não
chegasse aos ouvidos do grande público. Não
seria preciso esperar muito para voltar a ter um
Novo som do rapaz de Chelas. Um rapaz revoltado
devido a uma infância cheia de discussões.
Acontecimentos e alguns descobrimentos. Decidiu
então começar a mandar tudo cá para fora Fazendo
dum simples caderno o seu melhor companheiro Com
quem poderia sempre desabafar quando precisasse
Pedro foi sempre um rapaz muito calado que
apenas ficava no seu canto, dessa maneira
conseguia tirar todo o tipo de impressões das
pessoas consoante as suas atitudes boas e más a
partir desse momento começou a fazer da vida
dele uma mensagem para todo o tipo de gente
sendo ela rica, pobre ou remediada.
Começou por investir na internet sendo ela o
melhor ponto de divulgação dos seus projectos
musicais que iriam trazer comentários acerca do
seu trabalho. Pedro Baseava as suas letras na
realidade vivida no dia a dia, temas que
atormentavam a nossa sociedade constantemente.
Depois de um longo processo de estudo acerca da
música, Pedro foi obtendo influencias e acabou
por montar o seu próprio estúdio onde obteve a
liberdade total para compor, produzir e gravar
Assim ganhou um novo ânimo dentro do rumo
convidando ele os seus amigos para unir forças e
seguirem em frente juntos.
Após um longa conversa entre todos onde ficamos
a conhecer-nos melhor Decidimos então lançar um
projecto que adoptamos. Estado da nação um
projecto que foi lançado em 2007 onde continha
varias criticas ao estado português e mostrando
aos amantes da musica o nosso ponto de vista
acerta do tema.
O estado da nação Foi divulgado em vários sites
de música, comentado e elogiado, através desse
mesmo projecto recebemos convites de actuações
vários espectáculos que iriam trazer outro ânimo
ao grupo, sendo assim acolhida pelo público a
nossa mensagem.
Violência, palavrões e ofensas nunca foram
solução para nós, muito menos usadas nas nossas
letras, gostávamos de criticar mas ao mesmo
tempo sugerir e mostrar soluções.
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